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A equipa de trabalho no terreno da União das Freguesias de Gavião e Atalaia está a recuperar caminhos vicinais do nosso território. Na imagem, os trabalhos que estão a ser desenvolvido na zona da Lameira Redonda, no alfoz da vila de Gavião. Estas são ações que a União das Freguesias de Gavião e Atalaia desenvolve praticamente durante todo o ano, trabalhos por norma invisíveis mas muito importantes pois mantêm abertos caminhos vicinais que hoje ainda são usados, embora sem frequência de tempos passados. Manter o território limpo e os caminhos transitáveis são propósitos sempre presentes na agenda da União das Freguesias de Gavião e Atalaia.

A cheia do Tejo dos dias 5 e 6 de fevereiro provocou avultados estragos nos passadiços de Gavião que acompanham o curso do rio Tejo, concretamente os passadiços do Percurso Pedestre Arribas do Tejo (PR1) e do Percurso Pedestre Rota da Sirga (PR8). Estivemos com os Bombeiros Voluntários de Gavião e o departamento técnico de obras numa primeira análise, numa viagem no bote dos bombeiros, dos estragos provocados e avaliados desde já em mais de meio milhão de euros. Depois desta primeira avaliação, outra será feita com mais pormenor, de forma a delinear um plano de recuperação dos passadiços, para adjudicação da obra. Recorde-se que o passadiço do PR 8 viu concluída apenas no ano passado a recuperação da destruição gerada por uma subida anterior do Tejo. Os estragos são extensos nos dois passadiços. Entre o Alamal e a ponte estão em causa quase três quilómetros de passadiço enquanto o PR 8 em grande parte dos seus 6,5 quilómetros é em caminho de pé posto mas nesse troço com alguns pontões que também foram comprometidos, sendo que é na sua parte final que se encontra mais de um quilómetros de passadiços (em grande parte destruídos mas não na totalidade).

O concelho de Gavião e o território da União das Freguesias de Gavião e Atalaia foram fortemente atingidos pelo comboio de tempestades que marcou o final de janeiro e o princípio de fevereiro do ano em curso. A cheia do Tejo, no dia 5 de fevereiro, foi o acontecimento com maior impacto pois o nível do rio subiu mais de três metros e inundou o bar-restaurante do Alamal, o Alamal River Clube e o solar que é seu vizinho, para além de ter tido um forte impacto nos passadiços do PR 1 e do PR 8 (imagem de campo). Prejuízos calculados em mais de meio milhão de euros só nos passadiços, com a Câmara Municipal de Gavião numa primeira avaliação a estimar 1,7 milhões de prejuízos estruturais em todo o concelho. O pavilhão gimnodesportivo de Gavião e a Incubadora de Empresas também viram as suas coberturas efetadas pelos ventos fortes. A Proteção Civil de Gavião registou um total de 113 ocorrências durante uma semana crítica que colocou o concelho de Gavião em situação de contingência , tendo aqui estado presente uma força do exército.

"Até as galinhas têm nome de Santos" é o primeiro romance de Pedro Cabeça e foi apresentado este mês de fevereiro na Biblioteca Municipal de Gavião. A apresentação do livro deste autor com ligações à nossa terra esteve a cargo de João Florindo e João Nascimento. Neste romance, o autor, que é advogado e autor, conta a história de António, um menino que falava com os animais e "tinha fogo por dentro". O romance é uma viagem que nos traz o sabor de memórias de uma ruralidade em esvaziamento e que nos leva à Guiné e também à ìndia. Germano Porfírio, presidente da União das Freguesias de Gavião e Atalaia, esteve presenta na apresentação, bem assim como o presidente da Câmara Municipal de Gavião, António Severino, e o presidente da Assembleia Municipal de Gavião, António Estevinha. Pedro Cabeça nasceu no Entroncamento, em 1968, e reside em Loures.

Uma sucessão de depressões que estão a atingir território continental também provocou estragos e gerou sobressalto no concelho de Gavião. Um dos concelhos que, através do Despacho n.º 1532-E/2026, de 7 de fevereiro de 2026, onde o Governo declarou a situação de contingência, visando assim a mobilização de mecanismos excecionais e o apoio imediato às populações e territórios atingidos. Por isso mesmo, o presidente da Câmara Municipal de Gavião, António Severino, acionou o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Gavião, a partir das 20h00 de hoje até às 23h59 do dia 15 de fevereiro. Para além de Gavião, Alcoutim, Alenquer, Almeirim, Alpiarça, Alvito, Amarante, Anadia, Arcos de Valdevez, Arganil, Azambuja, Barcelos, Benavente, Braga, Cartaxo, Cascais, Castro Marim, Chamusca, Chaves, Coruche, Ferreira do Alentejo, Gondomar, Grândola, Lamego, Lisboa, Loures, Mafra, Mortágua, Oeiras, Oliveira do Hospital, Ourique, Peso da Régua, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Portalegre, Porto, Salvaterra de Magos, Santiago do Cacém, Santo Tirso, Silves, Sintra, Sobral de Monte Agraço, Tábua, Trofa, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia, Vila Real de Santo António e Vila Verde também entraram em estado de contingência, sem prejuízo do seu posterior alargamento a outros concelhos. Os estragos em Gavião são consideráveis sobretudo devido à subida do nível do Tejo na madrugada 5 de fevereiro, com a água a destruir totalmente os passadiços do PR8 e parcialmente os passadiços do PR1, para além de ter provocado pesados estragos no bar do Alamal e na pousada, para além da estruturas da praia fluvial. A União das Freguesias de Gavião e Atalaia, através da sua equipa no terreno, acorreu a diversas situações motivadas por inundações, quedas de árvores e aluimentos de terras, em coordenação com os serviços municipais.

O Espaço Cidadão da União das Freguesias de Gavião e Atalaia é cada vez mais procurado por quem reside não apenas no nosso território. Aconteceu com Manuel Simões, cidadão natural de Matosinhos e que reside grande parte do tempo em Natal (Brasil) mas que comprou casa na Comenda e ali quer passar grandes temporadas. Informado sobre a existência dos nossos serviços - que passam, entre outros, pela renovação da carta de condução, registo criminal e certidões várias -, Manuel Simões esteve à conversa com Sofia Infante para saber pormenores sobre as valências deste Espaço Cidadão.

A depressão "Kristine " provocou avultados e pesados estragos em todo o país , provocando seis vítimas mortais. O concelho de Gavião também foi afetado mas sem a força de outras regiões do país, como aconteceu na zona de Leiria e mesmo em algumas zonas do Pinhal Interior daqui não muito distantes. Em Gavião, os estragos passaram pela queda de árvores, muros, taludes e até de uma chaminé no interior da vila. No Cadafaz algumas estufas foram também afetadas. A União das Freguesias, após a tempestade, esteve no terreno a verificar danos e desde logo a tentar encontrar soluções, de que é exemplo esta passagem pela Degracia Cimeira da carrinha conduzida por Alexandre Chambel que transportava também Germano Porfírio, presidente da União das Freguesias de Gavião e Atalaia.

António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais 2026, com um total nacional de 31,11% correspondentes a 1.754.895 votos. André Ventura foi o segundo candidato mais votado e também estará na segunda volta, somando 23,52%, num total de 1.326.644 votos. Uma diferença de 428.251 entre os dois. No concelho de Gavião, Seguro garantiu 45,33%, num total de 893 votos. André Ventura foi segundo, com 27,66% (545 votos), Henrique Gouveia e Melo terceiro (10%, 197 votos), Luís Marques Mendes quarto (5,94%, 117 votos), João Cotrim Figueiredo quinto (5,63%, 111 votos), António Filipe quinto (2,08%, 41 votos) e Catarina Martins sexta (1,83%, 36 votos). Manuel João Vieira, com 22 votos, superou Jorge Pinto, que somou apenas 5 votos. Na União das Freguesias de Gavião e Atalaia houve mais uma vez três secções de voto, duas na vila de Gavião e uma na Atalaia (mesa 3). No total , Seguro somou 407 votos (44,68%), Ventura 272 (29,86%), Gouveia e Melo 82 (9%), Cotrim Figueiredo 62 (6,81%), Marques Mendes 48 (5,27%), Catarina Martins 18 (1,98%), Manuel João Vieira 12 (1,32%), António Filipe 5 (0,55%) e Jorge Pinto 4 (0.44%). André Pestana teve um voto e Humberto Correia nenhum. A diferença entre os candidatos que passam à segunda volta foi de 135 votos. Na mesa 1, com 621 inscritos tal como na mesa 2, Seguro somou 177 votos, Ventura 122, Gouveia e Melo 39 e Marques Mendes e Cotrim Figueiredo empataram com 26 votos. Nesta mesa, Manuel João Vieira, com 6 votos, superou Catarina Martins (5), António Filipe (3) e Jorge Pinto (2). Na mesa 2, votaram 198 eleitores em Seguro, 123 em André Ventura, 33 em Gouveia e Melo, 29 em Cotrim Figueiredo, 18 em Marques Mendes, 8 em Catarina Martins, 4 em Manuel João Vieira e dois em Jorge Pinto e António Filipe. Na mesa 3, relativa à Atalaia, votaram 90 dos 122 inscritos. António José Seguro venceu com um total de 32 votos, seguido por André Ventura (27), Gouveia e Melo (10), Cotrim Figueiredo (7), Catarina Martins (5) e Manuel João Vieira (2). Jorge Pinto e António Filipe não somaram qualquer voto.

Para além da sua atividade normal, dia a dia, o executivo da União das Freguesias de Gavião e Atalaia tem uma reunião mensal, sempre na primeira quarta-feira de cada mês. Tal como aconteceu recentemente, com a presença do presidente da união das freguesias, Germano Porfírio, e de Pedro Alves e Tulínea Chambel. Um momento sempre aproveitado para acertar as medidas mais importantes a implementar na união das freguesias, sempre, claro, com o "feedback" dos nossos fregueses.

O madeiro que ardeu na vila de Gavião, na transição de 2025 para 2026, esteve à altura da animação que ali aconteceu. Depois do fogo de artifício que assinalou a chegada de um novo ano, na tenda montada no jardim do Cruzeiro houve música de DJ e a seguir subiu ao palco a popular Rebeca, que proporcionou um espetáculo que contou com a participação do público. A noite estava fria mas foi longa, com largas dezenas de pessoas presentes no local.


